Não é o último livro lançado pelo jornalista e escritor Bernardo Carvalho, mas O sol se põe
Um publicitário desempregado e recentemente separado, aspirante a escritor, decide arriscar-se a narrar a história de amor de uma misteriosa senhora imigrante japonesa dona de um restaurante freqüentado por ele já há muito tempo no bairro da Liberdade,
A obra, curiosamente, envolve uma história dentro de outra história: um triângulo amoroso não acabado entre os personagens. Máscaras postas e tiradas, falsas identidades que, aos poucos, são reveladas de um Japão pós-Segunda Guerra; onde famílias ligadas à tradição e ao orgulho escondem os fatos que precisam ser revelados para gerações posteriores e para o mundo. “Foi assim que três destinos disparatados se uniram numa combinação explosiva”, diz certo trecho do livro.
É nesse universo que mergulha o narrador: a busca pela verdadeira identidade dos seus personagens e, por que não, da sua? Aos poucos o leitor percebe a relação que existe entre o Japão e o aspirante a escritor. Sua descendência japonesa, mas a negação da cultura oriental perdida com o tempo que tanto infernizavam sua vida é recuperada após as conversas com a reservada senhora do bairro da Liberdade.
A busca por respostas leva o narrador (e, agora, detetive) ao Japão.
Carvalho costuma viajar para os lugares que escreve; como fez em Mongólia (Companhia das Letras, 2003), quando o autor passou meses viajando e também

Mandou muito bem, Deh. Adorei sua resenha. (preciso escrever a minha. Rita, não me mate!)
ResponderExcluirBem-vina, finalmente, amiga.
Muito bacana mesmo, Dé. Escreva mais aqui no blog, hein? (risos)
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