quarta-feira, 18 de março de 2009

Aproveito que passei por aqui para indicar alguns textos sobre O sol se põe (de alguns eu tratei no nosso encontro; outros são novidade).
1. Textos dos colunistas da FSP Contardo Calligaris (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0305200722.htm) e Jorge Coli (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs0104200702.htm).
2. Matéria de lançamento do livro (também na FSP): http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0303200707.htm
3. O outro é um artigo que saiu na revista Novos Estudos/Cebrap sobre Nove Noites e Mongólia ("Refração e iluminação em Bernardo Carvalho", de Yara Frateschi Vieira). Falei dele para vocês na segunda: http://novosestudos.uol.com.br/indice/indice.asp?idEdicao=104#1139
4. Vale a pena ler uma entrevista dada pelo B. Carvalho ao site Trópico ("A trama traiçoeira de Nove Noites"), na época em que saiu o Nove Noites. É bacana, porque, além de tratar do livro, ele fala de literatura, de trabalhar em jornal etc. O endereço é: http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/1586,2.shl
Talvez boa parte desses acessos só seja permitido a assinantes UOL. Qualquer coisa, mando em word por email para vocês.

sexta-feira, 13 de março de 2009

O filho da mãe, Bernardo Carvalho

Ainda que eu não participe das aulas e esse não seja o livro que vocês estão lendo, segue - completando o post anterior da Rita - a sinopse da Companhia das Letras sobre o novo livro de Bernardo Carvalho.

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Segundo volume da coleção Amores Expressos, este novo romance de Bernardo Carvalho entrelaça as histórias de um punhado de mulheres que buscam livrar seus filhos da guerra, da solidão e do crime. Serão as mães, moduladas e refratadas nas diversas histórias que aqui se entrelaçam, o fio condutor de uma trama singular, cujo resultado vem confirmar a posição do autor entre um dos mais originais e inovadores da literatura brasileira contemporânea. São Petersburgo, cidade literária por excelência, é o epicentro da tragédia. Mas, como costuma acontecer nos livros de Bernardo Carvalho, a ação se expande vertiginosamente no tempo e no espaço. Do Oiapoque ao Nieva, de Grozni ao mar do Japão, chegam os estilhaços desses dramas nucleares de mães culpadas, filhos extraviados e pais tirânicos ou ausentes. Todos os personagens parecem, em alguma medida, estar fora do lugar, em famílias e países alheios - daí a força que adquire, no contexto, a figura monstruosa da quimera, aberração rejeitada pela natureza e pelo homem. Romance de alta voltagem emocional, sem prejuízo do viés crítico e da complexidade da construção narrativa, O filho da mãe é um passo à frente na literatura sempre inquieta e surpreendente de Bernardo Carvalho.

sábado, 7 de março de 2009

vale a pena dar uma olhada na Folha e no Estadão deste sábado (o7/03): os dois jornais trazem entrevista com o Bernardo Carvalho, que lança livro novo (O filho da mãe) pela Companhia das Letras.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Está inaugurado o nosso blog. Somos todos autores.